Uma Das Melhores Atuações Do Camtasia

July 6, 2018


Tabela De Lojas Gringas Que Realizam Parcerias


“Você não vai dialogar o episódio de que o marido da Lina (ex-Receita) foi ministro da Integração Nacional durante um ano no governo FHC? Aguardo o teu comentário! Pela internet é desta forma: o leitor cobra e pauta o blogueiro, com ponto de exclamação e tudo. Quando não é atendido, trata de mencionar a história que não encontrou na amplo imprensa. Só fui ler qualquer coisa sobre o assunto pela edição de sábado da Folha (o depoimento foi dado pela terça-feira), uma nota de somente sete linhas sob o título: “Passado: Marido de Lina foi ministro da Integração de Fernando Henrique”. Muito mais infos a respeito de este personagem o leitor será capaz de localizar nesse lugar no Balaio nos comentários enviados neste domingo pelo leitor Simas Mayer e no decorrer da semana por diversos outros.


Se não fossem os detalhes a respeito de as relações de Alexandre Firmino de Melo Filho com o consórcio PSDB-DEM, que começaram a pipocar na internet em diferentes websites e web sites (ver mais abaixo), ninguém ficaria sabendo da sua subsistência. Além das tuas implicações políticas na luta sucessória de 2010, o episódio Lina-Dilma revela a diferença de tratamento dado ao cenário pela internet e pela velha mídia. “Um correto clima de euforia inconsequente toma conta de setores da blogosfera que imaginam que está em andamento o recurso de tomada do poder pelos “democratizadores” da informação em razão da frequente perda de audiência por cota dos grandes jornais”. Desconheço este clima de euforia, do mesmo jeito que o método de tomada de poder pelas algumas mídias, porém é direito que os grandes jornais estão perdendo circulação, não só no Brasil, no entanto no mundo inteiro.


Prontamente escrevi aqui mesmo no Balaio que não acho a internet culpada na “perda de audiência dos grandes jornais”, como alegou Vaia. “A pergunta instigante é esta: que fariam os blogueiros comentadores sem ter o que conversar? Qual é o nome de um website ou um web site que não esteja conectado a uma organização jornalística determinada e que tenha originado uma só dica exclusiva e primordial que tenha mexido com a ordem das coisas?


Em razão de ele perguntou, respondo: tem, sim. Esse Balaio por aqui, a título de exemplo, um blog que não é conectado a nenhuma empresa jornalística estabelecida e tem publicado entrevistas, reportagens e dicas exclusivas nestes 11 meses em que está no ar. Revirar com a ordem das coisas não é meu propósito, entretanto vou oferecer dois exemplos novas de matérias publicadas nesse lugar primeiro.


Pela semana passada, em entrevista exclusiva com Marina Silva, o Balaio antecipou tua decisão de trocar o PT pelo PV e as linhas centrais do discurso da sua viável candidatura à presidência da República. Em menos de um ano, o único funcionário deste site neste instante rodou mais pelo estado pra fazer reportagens do que cada outro dos grandes jornais.


  • Como fazer um ninho de passarinho para o inverno

  • Qual teu vício em bebidas

  • 2-06 Un message troublant Visão Embaraçada

  • Cadastre-se em programas de afiliados

  • Vitor alegou: 24/07/doze ás 07:35

  • um Anúncios 1.Um Visualizador de mídias 1.1.1 A respeito do visualizador de mídias



Aécio, Ciro, Dilma e Marina. Neste website os leitores bem como encontraram dicas exclusivas sobre o dia-a-dia da luta do vice-presidente José Aelncar contra o câncer. Falo por mim, mas imagino que tem muitos outros colegas na blogosfera fazendo o mesmo trabalho. De acordo com os números do Google, só o Balaio registra 43.500 hiperlinks de web sites de todo o país.


Se cada um deles tiver apenas cinco leitores, agora dá a circulação diária do Estadão, a título de exemplo. O universo da detalhes mudou, caro Sandro Vaia, só os jornalões ainda não perceberam. Contudo concordamos num ponto do que você escreveu ao fim do artigo: “(…) pra sociedades abertas, pluralistas e democráticas, eles (os jornais) ainda são indispensáveis”. Cabe a quem os dirige descobrir o que fazer pra que isto se torne realidade.


Além dos leitores do Balaio, abundantes blogs trataram do papel do marido de Lina Vieira no bate-boca que a envolve com a ministra Dilma Roussef. O camarada Washington Araújo, do Rio, chamou-me a atenção pro que escreveu José Sergio Rocha no site “Quem é vivo a todo o momento aparece” (olhar link e reprodução abaixo). Este tipo de comentário, que reproduzo abaixo, você não vai ver em nenhum dos jornais ou agências citados pelo Sandro Vaia em seu artigo como fornecedores únicos de matéria prima para a blogosfera. “Jabuti não sobe em árvore. Se subiu, só se uma pessoa botou.


Quem assistiu ao menos cota do depoimento da ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira, pela Comissão de Constituição e Justiça, com transmissão na Televisão Senado e Globonews, vai recordar que um cidadão periodicamente sussurrava uns bizus no ouvido da garota. Isto é normal, coisa de assessor. Só que o cara não parava quieto. Essa desejo de mostrar-se a qualquer custo tem seu valor. No meio de uma pergunta do Mercadante, o assessor lá estava cochichando nas orelhas da Lina.


O bigodudo petista, que imediatamente estava meio enfurecido, deu-lhe um esporro, já que estava atrapalhando o trabalho da comissão. Porque é, o cara chamou tanta atenção que foram localizar quem era. Não era assessor coisa alguma. Era o marido da Lina. Até aí, tudo bem. É que nem sequer um velho anúncio do Gelol: não basta ser marido, tem que participar. Isto é, mais um capítulo da novela “Como é sujo o jogo da política”. Foi, assim sendo, encenação pura aquele depoimento sobre um encontro que a depoente teria tido com Dilma Rousseff em uma data que não soube ser obrigado a - nem sequer hora, nem dia, nem ao menos semana e nem sequer mesmo o mês em que ocorreu.